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Postada em 09/01/2018 ás 18h46
Juiz manda soltar grupo acusado de participar da morte do cabo Claudemir
Em decisão publicada nesta terça-feira (09) o juiz também revoga a prisão preventiva de todos eles, que agora aguardarão o julgamento em liberdade.

Publicada por: Neto Pereira

Fonte: TV Cidade Verde

Juiz manda soltar grupo acusado de participar da morte do cabo Claudemir

Imagem Divulgação (Crédito: Divulgação)

O juiz da 1ª Vara do Tribunal do Júri, Antônio Nolleto, acatou a denúncia do Ministério Público e pronunciou ao Tribunal do Júri os oito envolvidos na morte do policial do Bope, Claudemir Sousa. Em decisão publicada nesta terça-feira (09) o juiz também revoga a prisão preventiva de todos eles, que agora aguardarão o julgamento em liberdade.

Na decisão, o magistrado justifica que a prisão já perdura mais de um ano, e nesse tempo os denunciados responderam regularmente ao feito, participando de todos os atos processuais aos quais foram intimados.  "Dessa forma deve-se reconhecer que não persistem os motivos que autorizaram a manutenção das suas custódias", traz a decisão.

Maria Ocionira Barbosa de Sousa, Thaís Monait Neris de Oliveira, Leonardo Ferreira Lima, Francisco Luan de Sena e José Roberto Leal da Silva, identificado no processo como "Beto Jamaica", foram pronunciados pelo crime de associação criminosa. Weslley Marlon Silva e Flávio Willame da Silva, identificado no processo como "Boneco", "Bruno", ou "Pequeno", foram pronunciados por associação criminosa, receptação e adulteração de sinal identificador de veículo automotor.  Igor Andrade Sousa foi pronunciado por adulteração de sinal identificador de veículo automotor, associação criminosa e roubo majorado.

O policial foi executado com cinco tiros no dia 6 de dezembro de 2016, quando saía de uma academia no bairro Saci, na zona Sul. Na manhã do dia seguinte, cinco suspeitos já haviam sido presos, dentre eles Leonardo Ferreira Lima, suposto mandante. No apartamento dele a polícia apreendeu documentos que levaram o Grupo de Repressão ao Crime Organizado (Greco) a suspeitar de fraude em aposentadorias junto ao INSS.

Com a liberdade provisória os denunciados ficam obrigados a não se ausentarem do município, sem a devida autorização judicial, comparecerem a todos os atos do processo, comparecerem perante juízo mensalmente, recolhimento domiciliar no período noturno e nos dias de folga e não se envolverem em nenhum outro delito.

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