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Postada em 02/03/2018 ás 12h02
Acusado de matar cabo da Polícia Militar em Paquetá vai a Júri Popular
A decisão foi tomada no último dia 4 de fevereiro pela juíza da 5ª Vara da Comarca de Picos, Nilcimar Rodrigues de Araújo Carvalho.

Publicada por: Neto Pereira

Fonte: Jornal de Picos

Acusado de matar cabo da Polícia Militar em Paquetá vai a Júri Popular

Imagem Divulgação (Crédito: Divulgação)

O desempregado Wagner Bezerra Lima, acusado de matar o cabo da Polícia Militar, Daniel Marcos Ferreira da Silva, de 48 anos, vai ser submetido a julgamento pelo Tribunal Popular do Júri. A decisão foi tomada no último dia 4 de fevereiro pela juíza da 5ª Vara da Comarca de Picos, Nilcimar Rodrigues de Araújo Carvalho.

Wagner Bezerra foi pronunciado pelo crime de homicídio qualificado contra o policial militar Daniel Marcos. Ele ainda será julgado por furto, porte ilegal de arma de fogo de uso permitido e porte ilegal de arma de fogo de uso restrito.

Wagner Bezerra Lima, denunciado pelo assassinato do cabo Daniel- Foto: Romário Mendes

Wagner Bezerra assassinou o cabo Daniel a tiros dentro do Grupamento da Polícia Militar na cidade de Paquetá do Piauí. O crime ocorreu na manhã de 11 de maio do ano passado e teria acontecido após o assassino ter sido abordado e levado para revista. Ele teria entrado em luta corporal com o policial, que foi morto com pelo menos quatro disparos.

O acusado foi preso no mesmo dia a aproximadamente 10 quilômetros do local do crime. Na época, o sargento Tibério que participou da captura de Wagner Bezerra, disse que ele estava em uma roça de milho na localidade São Miguel. “Após ser cercado ele se entregou. O mesmo estava de posse da arma do policial e de outra arma”, contou o sargento.

Depoimento

Quando foi ouvido em juízo, Wagner Bezerra relatou que no dia anterior ao crime havia usado drogas e que se deslocara até a cidade de Paquetá do Piauí levando duas armas de fogo. Disse que ao chegar ao destino deitou e dormiu aguardando as vans para retornar a Picos. Falou que foi abordado pela vítima, que de forma grosseira o teria conduzido ao GPM e, que por estar aterrorizado e com medo de morrer, disparou contra o policial e depois empreendeu fuga.

Wagner Bezerra continuará preso na Penitenciária Regional “José de Deus Barros”, em Picos, aguardando o julgamento, que ainda não tem data marcada.

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