Teresina - PI

Min 23ºMax 38º

18 de novembro de 2018

Cocal

Cocal

Evaldo Neres Notícias de Cocal e Região

[email protected]

(86) 99919-1492

Postada em 28/08/2018 ás 15h16 - atualizada em 29/08/2018 ás 04h59
Psicóloga explica a dinâmica das relações abertas
Celine Chagas, psicóloga, disse que aberto é todo relacionamento amoroso em que as pessoas envolvidas se sentem livres para ser, pensar e agir sem se sentir aprisionada pela existência do ser amado.

Publicada por: Evaldo Neres

Fonte: AI Comunicações

Psicóloga explica a dinâmica das relações abertas

Celine Chagas/Imagem: Seguro Notícias

Na sociedade atual muitos casais optam por um relacionamento aberto, no entanto, essa decisão remete muitas dúvidas e incertezas.

Pensando nisso, a psicóloga do Hapvida, Celiane Chagas, esclarece os principais pontos desse tipo de relação, evidenciando o caráter de liberdade presente nela.

"Tão diverso quanto o ser humano é a forma como ele se relaciona com as pessoas. Por isso, entendemos que relacionamento aberto, no campo afetivo, sentimental, é todo relacionamento amoroso em que as pessoas envolvidas se sentem livres para ser, pensar e agir sem se sentir aprisionada pela existência do ser amado; além disso, quem vive em relacionamentos abertos também costuma ter a capacidade de amar com liberdade, não busca satisfações ou dependência sentimental. Mas existem vários tipos de relacionamentos chamados de abertos: entre duas, três, ou quantas pessoas couberem na relação", indica.

A especialista ainda sintetiza que qualquer pessoa pode viver um relacionamento aberto, porém, nem todo mundo consegue lidar com ele. "Uma coisa é a naturalidade do relacionamento que se fundamenta na liberdade individual dos parceiros. Outra coisa é a perversão, quando um dos dois força a situação e vai contra a vontade do outro. Você controla ou se deixa controlar pela pessoa amada? Tem gente que se deixa controlar só para ter um pretexto de controlar o outro", afirma.

Segundo Celiane Chagas, de maneira geral, em relacionamentos estáveis, as pessoas aceitam o controle do outro, aceitam as cobranças. A dependência emocional é tão grande que as pessoas imaginam que, com o controle do outro, estão garantidas de que não estarão solitárias. Aceitam o pavor e a ilusão, com medo da solidão. "Numa relação, o que importa é que as pessoas estejam juntas porque têm prazer na companhia do outro, gostam de compartilhar gostos semelhantes, o sexo, os momentos. E não por necessidade ou por medo de ficar só", complementou.

Veja também
Prefeito e vice
Vereadores
Mais lidas da semana
Empresas destaques
© Copyright 2018 - Portal Estado Piauí - Todos os direitos reservados
Site desenvolvido pela Lenium