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Postada em 07/11/2018 ás 15h43
Cardiologista orienta como se prevenir das arritmias
O Dia Nacional de Prevenção das Arritmias é celebrado na próxima segunda-feira, 12 de novembro.

Publicada por: Evaldo Neres

Fonte: AI Comunicações

Cardiologista orienta como se prevenir das arritmias

Cardiologista orienta como se prevenir das arritmias

Dados da Sociedade Brasileira de Arritmias Cardíacas (Sobrac), indicam que mais de 20 milhões de brasileiros sofrem com algum tipo de arritmia, doença responsável por mais de 320 mil mortes súbitas todos os anos no país. 

Diante desses números e com o crescimento da atenção da sociedade piauiense em relação ao problema, o cardiologista do Hapvida Teresina, Maurício Paes Landim, orienta a população sobre o momento ideal para procurar um especialista e investigar se está ou não acometido da doença. "As arritmias cardíacas são alterações no ritmo cardíaco. O coração tem um ritmo regular que bate em torno de 60/70 vezes por minuto e, em algumas situações, alguma patologia pode afetar o coração, fazendo com que ele saia desse ritmo regular e possa causar uma taquiarritmia ou numa bradiarritmia, conforme ele acelere ou diminua sua frequência, e fica fora do ritmo", ressalta.

O cardiologista do Hapvida destaca também que o principal sintoma das arritmias ainda é a palpitação, que consiste na sensação de batimento do coração. "O coração é um órgão que bate regularmente, mas você não sente que ele bate, então quando você começa a senti-lo é sinal que alguma coisa está errada, que pode estar havendo alguma arritmia, salvo algumas exceções, quando, por exemplo, se faz um esforço maior, tem uma emoção, um susto, você vai ter um pouco de palpitação, mas se nada disso acontece e você fica sentindo seu coração bater no peito, ou aceleradamente, ou pausadamente, é um sintoma de arritmia que precisa ser investigado", frisa.

Ao notar sinais de que a frequência do ritmo cardíaco não está dentro da normalidade, o paciente também deve fazer uma reflexão sobre os fatores de risco, que são preponderantes para o agravamento da doença. "O que tem por trás disso são alguns fatores de risco para doenças como hipertensão, diabetes: excesso de álcool, cigarro, a própria obesidade, ou algumas situações que afetem diretamente, como as inflamações e infecções, entre outros", esclarece o diretor clínico do Hospital Rio Poty, Maurício Paes Landim.

O profissional aponta que o tratamento está na identificação do que está provocando essa arritmia. "Se for uma patologia que está afetando o coração é aconselhável identificá-la e tratá-la. Na maioria das vezes, quando tratada, a arritmia tende a desaparecer e a prevenção é exatamente em cima dos fatores de risco que possam levar à alguma doença do coração, a principal delas hoje é a isquemia, que é o infarto do coração", destaca.

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